Textos de Alunos


O que o motivou a levar seus colegas de sala ao Museu Municipal de Carangola e à Fábrica de Sabão Barbosa & Marques?
Em minha opinião, achei um absurdo ter 35 alunos numa sala e apenas três alunos conhecerem o museu de nossa cidade. Com isso tive a ideia de juntar todos os alunos e irmos conhecer o museu de Carangola. E pelo fato do museu ser muito perto da fábrica de sabão tive a ideia de todos irmos também conhecer a fábrica. Todos os alunos se interessaram em conhecer os dois lugares, já que muitos não conheciam, nem sequer sabiam onde era a localização do lugar.
Os professores apoiaram minhas atitudes e a professora Thais se ofereceu para nos levar, mas havia um porém, ela falou que não tinha tempo de ir ao museu e à fábrica para agendar a visita. Ai eu falei que faria isso, pois foi eu que tive a ideia. Eu queria que todos conhecessem as coisas interessantes de nossa cidade.
Pois eu marquei, agendei os dois lugares no mesmo dia; no museu mais cedo e depois iríamos pra fábrica de sabão. Assim todos fomos com a professora Thais. Caminhamos um pouco e chegamos ao museu. Entramos, conhecemos tudo e fomos muito elogiados pelas pessoas que trabalhavam no museu. Fomos até convidados para voltar lá sempre pois é um lugar que todos deveriam visitar sempre, pois tem muitas coisas antigas de nossa cidade e histórias muito interessantes, coisas que eu nem imaginava que existissem ainda tem lá, com toda perfeição, bem cuidadas e conservadas.
Na fábrica de sabão foi mais difícil de marcar, pois tem que pedir autorização a um responsável em Governador Valadares. Fui lá umas 5 vezes e consegui, mas com uma condição não poderíamos tocar em nada e nem tirar fotos. Para todos foi muito bom conhecermos como se faz o sabão, vimos tudo com muito detalhe .
Foi um fato muito bom pra mim e pra todos, no meu ponto de vista. Eu consegui que todos fossem conhecer os dois lugares. Pra mim foi uma vitória, deu tudo certo. Todos prestaram  atenção e ficaram bem comportados. É muito bom sermos elogiados por todos os lugar em que visitamos.

Aluno: Marcony de Oliveira Barcelos
Turma: 2º/2

 

A importância da cultura local nas escolas
Cada cidade, estado, país, tem uma cultura diferente, o que faz com que cada lugar tenha seu encanto proporcionado por sua diferença, mesmo que às vezes essa diferença seja pequena. Bom, mas que importância isso tem para a escola?
Se formos analisar, cada cidade tem uma história muito bonita e traz com ela sua cultura enraizada. Se as escolas trabalhassem mais essa história, os alunos teriam mais interesse pela cidade e orgulho de ver como ela foi evoluindo e compreenderiam as dificuldades que ela teve que enfrentar para ser o que ela é hoje.
Nosso interesse é pouco em relação a nossa história local, talvez pelo assunto  não ser tão discutido nas aulas, mas temos certeza que, se nós conhecêssemos  a história da cidade, teríamos muito orgulho do lugar em que vivemos e entendêramos muito mais a nossa cultura.
O estudo da história local é importante, pois mostra nossas raízes.
Carangola era uma aldeia de índios Puri, que depois foi desbravada por caçadores de animais e extrativistas da poaia que fundaram o Arraial Novo. Depois o nome foi mudado para Santa Luzia do Carangola. O arraial foi crescendo por causa da cafeicultura que atraiu novos colonizadores. E por causa do seu crescimento, em 1881, ele foi elevado à categoria de cidade.
Para que possamos saber a importância que isso tem, é só olharmos as cidades que usam da sua história para fazer dela um ponto turístico e assim enriquecem e dão valor à sua história.
Equipe:                                                           Turma: 2º/2
Felipe Pacheco
Gabriel Freitas
Igor Martins
Jeferson Senra
Juliana Natalino
Lorena Pousas
Marcony Barcelos
Maysa Borges
Nikson Caio
Pedro Henrique
Rebecca
Roberta Fabricante
Rodrigo Valente
Taniany Pousas
Yann Vasconcelos 




Estudar sobre Carangola é bom para sabermos como foi nossa cidade há alguns anos atrás. Hoje falamos mal, criticamos, reclamamos que não tem nada pra fazer aqui, mas nós sabemos que anos atrás tinham várias fábricas, cinema... A cidade era toda diferente, bonita e as pessoas viviam aqui bem felizes.
Hoje, quando uma criança nasce, os pais já querem que ela vá embora quando crescer, para garantir um futuro melhor em uma cidade grande, onde os estudos são mais avançados e as oportunidades de empregos são maiores.
Só que às vezes é melhor nem estudar sobre o passado, porque ficamos até tristes de pensar que aqui um dia já teve muitas coisas e elas acabaram.
Queria muito que todos dessem valor a essa pequena cidade e criassem, pelo menos, um pouco de esperança, assim, nos juntaríamos para levantar essa cidade de novo.

Aluna: Ludimila Miranda
Turma: 2º/2




A nossa visão de Carangola

Hoje, em Carangola, as pessoas vivem das lembranças do passado próspero que a cidade teve. Muitos nem sabem o quanto a cidade era respeitada e importante para o estado. Era uma das poucas que possuía calçamento, saneamento básico, a primeira da América Latina a possuir fábrica de porcelana e outras grandes empresas.
Hoje em dia a realidade é bem diferente. As fábricas foram embora e com elas o progresso. Só restou uma fábrica de laticínios que em breve estará saindo de nossa cidade. E então? Até quando as pessoas vão ficar de braços cruzados? Até quando Carangola vai ser conhecida como a cidade do “já teve”?
O jovem carangolense cresce sem perspectiva de um futuro próspero aqui. A meta da maioria deles é terminar o Ensino Médio, fazer uma faculdade fora e ficar lá pelo resto da vida. Os carangolenses hoje vivem sem esperança de um futuro melhor.
É engraçado pensar que de quatro em quatro anos nós elegemos políticos que prometem, prometem e a situação continua a mesma. Na situação que estamos vivendo é difícil pensar em um futuro melhor.
Cada vez mais Carangola se torna a “cidade dos aposentados”, pois não há perspectiva de emprego e de crescimento.
O futuro de Carangola é obscuro, cheio de incertezas e se continuar assim, pouco a pouco Carangola vai perdendo toda a sua riqueza.

Equipe:                                                           Turma: 2º/2
Felipe Pacheco
Gabriel Freitas
Igor Martins
Jeferson Senra
Juliana Natalino
Lorena Pousas
Marcony Barcelos
Maysa Borges
Nikson Caio
Pedro Henrique
Rebecca
Roberta Fabricante
Rodrigo Valente
Taniany Pousas
Yann Vasconcelos 
 

 

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